Era uma vez duas bailarinas que moravam em reinos opostos, Daiana e Pactrícia. Daiana era autêntica e criativa , mas não era muito confiante o que à tornava a mais humilde das jovens do seu reino. A outra, Pactrícia sabia do seu talento, era posuda, arrogante não se importava com o que tivesse que fazer para chegar a fama. Chegou o dia que um baile foi marcado num palácio distante, um espetáculo que, sem elas saberem seria assistido por 3 sábios dançarinos, e eles deveriam escolher a melhor e mais completa.
Elas escolheram suas danças e ensaiaram com toda a dedicação do mundo. Daiana, sempre menos confiante, se desesperou, chorou, fez coisas horríveis, entrou em desespero, mas ainda assim antes do baile preparou sua mais linda roupa, feita por ela mesma, separou seu par de sapatilhas mais especial e foi ao encontro. Pactrícia, certa de si como era, ensaiou, ensaiou até garantir que sua dança estivesse segura e limpa, escolheu uma roupa qualquer, um pouco velha, meio puída, sua sapatilha de ensaio e assim como Daiana, saiu.
O ambiente do pálacio estava hostíl, as duas se olhavam como se fossem se fuzilar. Elas se apresentaram e os sábios decidiram que Pactrícia merecia mais o prêmio de melhor bailarina.
A princípio Daiana ficou arrasada, mas depois entendeu que só ela poderia mudar isso e que começar pela atitude. Ela ensaiou com mais afinco e dedicação que nunca, se tornou um pouco mais paciente, estudou sua dança, aprimorou.
Um novo evento foi marcado, em outro palácio e neste não averia competição nem julgamentos, o único objetivo era mostrar a dança para um vasto público de nobres do tal reino. Pactrícia dançou primeiro e, para surpresa de Daiana, ela havia copiado sua dança descaradamente. Surpreendentemente, Daiana ao invéz de se desesperar achou graça primeiro, com a falta de vergonha de Pactrícia e em seguida ficou furiosa, uma furia tão imensa, descomunal que fez com que ela dançasse lindamente, com muita emoção aquela que era sua dança e quando saiu do grande salão, se vestiu em silêncio, meditou e entendeu o que faltava para sua dança, descobriu como chegar ao mais alto nível e sentiu pena de Pactrícia, vergonha, por descobrir a mediocridade de sua dança. Valorizou mais e mais sua própria tutora, por lhe ensinar a ser autêntica, original e nunca temer um oponente!
Moral da História, não copie, é xibungo!
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